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Retratinhos Versão para impressão Enviar por E-mail

Acolhimento | A bYfurcação e o Floresta Center apresentam um projecto teatral do teatromosca

retratinhos_cartazDepois de ter sido apresentado, com enorme sucesso, o espectáculo «Retratinho de Darwin», no Centro Cultural Olga Cadaval, e antes da apresentação de «Retratinho de Fernão Mendes Pinto», no mesmo local, em Abril, o teatromosca apresentará nos Antigos Cinemas do Floresta Center, em Mem Martins, os espectáculos «Retratinho de D. Carlos» (dia 6 de Março), «Retratinho de Gil Vicente» (dia 13 de Março) e «Retratinho de Paula Rego» (dia 20 de Março), sempre às 16h00.

Projecto "Retratinhos"
Desde Junho de 2009, o teatromosca tem apresentado o projecto teatral para a infância e juventude «Retratinhos». No seguimento do sucesso dos primeiros seis espectáculos co-produzidos pelo Festival de Sintra, o Centro Cultural Olga Cadaval, a Parques de Sintra – Monte da Lua, a Associação Cultural Terra na Boca, entre outras entidades públicas e privadas, com o apoio do Ministério da Educação – DGIDC, o teatromosca prepara já a criação de quatro novos espectáculos para a temporada de 2010: «Retratinho de Helen Keller»; «Retratinho de Guerra Junqueiro»; «Retratinho de Amílcar Cabral»; e «Retratinho de Bruce Lee».

O objectivo maior destes «Retratinhos» consiste na apresentação de personalidades maiores (e menores) da História Universal (funcionando também como valioso complemento lúdico-pedagógico aos conteúdos programáticos de diferentes disciplinas, desde o pré-escolar ao 3º ciclo), cruzando sempre temas de cariz informativo/pedagógico (enunciando aspectos determinantes da vida do retratado, contextualização histórica do espaço/tempo em que viveu, e, claro, explicitação das razões pelas quais granjeou o seu lugar no panteão) ou de cariz mais lúdico (por via da efabulação romanesca, pretende-se, como «estratégia de sedução», iluminar fait-divers ignorados ou curiosos, que compõem uma espécie de petit histoire do retratado).

Deseja-se, assim, pelo teatro, pela escrita criativa, validar a ideia de que os homens e mulheres que «fazem»/«são» a História possuem uma existência real (frívola, até) e que, em qualquer circunstância, possuímos (nós, os ilustres que os compêndios desconhecem…) méritos suficientes para, também, protagonizar a história (a nossa, a do Mundo).

Continuar...
 


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