| Auto da Barca do Inferno | Ante-Estreia |
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Trata-se de uma versão refrescada do espectáulo. num formato que oferece ao mesmo tempo rigor literário, valor de entretenimento e facilidade de digressão, e levá-la ao maior número possível de espectadores em todo o país, tendo como principal público-alvo os estudantes, visto que o autor e a obra fazem parte integrante do programa educacional do Ministério da Educação (9º ano). Sinopse Auto de Moralidade composto por Gil Vicente (…) e representado per seu mandado ao poderoso príncipe e mui alto rei dom Manuel. (…) No presente auto, se fegura que, no ponto em que acabamos de espirar, chegamos supitamnte a um rio, o qual per força havemos de passar em um de dous bates que naquele porto estão (…); os quais bates tem cada um seus arrais na proa: o do Paraíso um Anjo, e o do Inferno um Arrais infernal e um Companheiro.Prólogo de “Auto da Barca do Inferno”, Gil Vicente (1517) A este porto imaginário chegam diversos personagens. Julgados pelo merecimento das acções em vida, vão então conhecer o destino que lhes está reservado na sua última viagem. Esta encenação propõe-se devolver à peça a frescura e prazer na linguagem e no jogo teatral que, de facto, ela tem. Assente num estudo rigoroso, oferece ao espectador a fruição do texto integral através de um desempenho vivo, sem o estorvo de notas de rodapé. Tal como nos pátios e nas feiras quinhentistas, a representação decorre num estrado central. As quinze personagens são distribuídas por apenas três actores e um músico, celebrando a cumplicidade com o público. E a lição de esgrima do Frade volta à vida com uma espectacular coreografia de Mestre Eugénio Roque. Texto: Gil Vicente Agradecimentos: Catarina Lobato, Emanuel Ventura, Gonçalo Africano, Inês Amaro, Lúcia Godinho, Manuel Mestre, Marco Silvestre, Olavo Silva, Patrícia Gonçalves, Restaurante “Tasquinha Portuguesa”. Quando? Onde? Bilhetes:
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